Hospitalar

A Capelania evangélica tem como missão atuar nos hospitais, presídios e escolas através de voluntários capelães ou visitadores capacitados e vocacionados para levar amor, conforto e esperança aos pacientes, familiares, profissionais da saúde, internos nos presídios, estudantes nas escolas ou em qualquer outro estabelecimento de ordem coletiva.

Aqueles que exercem o serviço de capelania evidenciam a fé cristã por meio do atendimento espiritual, emocional, social, recreativo e educacional, prestado ao próximo sem distinção de credo, raça, sexo ou classe social, em busca contínua da excelência no ministério de consolo e esperança aos necessitados em geral. Os hospitais, presídios e escolas que contam com este ministério são melhor conceituados por terem visão holística, renovando a esperança e a força para lutar e trazendo novo desejo e perspectiva de vida aos pacientes, presos e estudantes.

A importância do Ministério da capelania está ligado diretamente ao número de pessoas que passam pelos hospitais, presídios e escolas em todo o mundo, o que é bem maior dos que passam pelas igrejas. No hospital, nos presídios e nas escolas a mente e o coração estão geralmente abertos à mensagem do Evangelho. Quando o Senhor Jesus aqui viveu o Seu ministério englobava o homem em sua totalidade (espírito, alma e corpo), não podemos ser negligentes e deixar de seguir Seus passos.

O ministério da capelania é uma vocação antiga e nobre dentro da igreja. O ministério do capelão ou do visitador é de compartilhar e oferecer o amor de Deus a todos aqueles que estão em necessidade. Os capelães e visitadores são homens e mulheres que aceitam o compromisso de ser instrumentos de Deus no processo de restauração, de desenvolvimento mental, físico, social e espiritual da humanidade - especialmente os mais necessitados.

A Capelania tem sua origem na pessoa de S. Martinho de Tour, que nasceu em 316 d.C. o que é hoje a Hungria. O jovem pagão aos 16 anos se alistou no exército romano, onde se destacou como um soldado e oficial. Aos 21 anos, com as tropas sob seu comando, foi enviado à região da França. Uma noite muito fria, ele encontrou um mendigo que lhe pediu ajuda. Martin não tinha nada para oferecer a este homem, porque a única coisa que tinha consigo era o seu manto. Homem de bom coração, ele rasgou o seu manto em dois e deu metade ao mendigo. Naquela noite ele sonhou que o mendigo era na verdade Jesus Cristo, e essa visão foi a razão pela qual ele se converteu ao cristianismo e foi batizado. Em seguida, ele começou compartilhar o seu testemunho e muitas pessoas aceitaram o cristianismo.

 

  

 

Fiel é esta palavra: Se alguém aspira ao episcopado, excelente obra deseja.

 (1Tm 3.1)